O reggae nasceu na Jamaica, uma ilha do Caribe que fica no centro da América Central, inicialmente se chamava Xaymaca, nome indígena que significa “Terra das Primaveras”.
A mão-de-obra era escassa, tendo em vista a intensa política de exploração e extermínio do sistema colonial.
No período da colonização, uma grande quantidade de negros da África Ocidental migrou para Jamaica, forçadamente para realizar atividades escravas. Esses escravos eram humilhados e trabalhavam em condições desfavoráveis. Contudo era na arte que eles vislumbravam a possibilidade de serem libertos, e a esperança do reconhecimento de seus trabalhos.
A partir dessa concepção ideológica, surgem as músicas e danças que são as primeiras aparições da cultura jamaicana, e é claro o reggae aparece nesse cenário.
Uma das características do reggae e a busca de transformações sociais, expressa através de suas letras.
A estudante, Aline Ramos, do curso de serviço social, e uma adepta do reggae, ou seja, além de escutar e gostar das músicas, se veste de forma característica, e diz que: “ser regueira não é apenas vestir blusas com fotos do Bob Marley e outro ícones do reggae, usar toucas coloridas e outros atributos inerentes ao reggae. Ser regueiro é também participar de movimentos sociais idealizando assim, uma sociedade mais justa”. E foi por isso que escolheu fazer o curso de serviço social.
Para aquelas pessoas que acham que o reggae é só uma brincadeira de grupos, é muito mais que isso. Existe nas letras das músicas um sentimento de denúncia e inclusão social. Pense nisso!
Para participar da comunidade no orkut: Regueiros do Cerrado.
Post: Marianna Moreira

0 comentários:
Postar um comentário