Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Kodama 2008

Pesquisando um pouco mais e com algumas dicas dos leitores descobri que, nos dias 23 e 24 de maio, aconteceu em Brasília o Kodama 2008, que é uma convenção dos fãs de anime e mangá.

O evento contou com:
  • Concursos de animeke, cosplay, ilustrações, quadrinhos, roteiros e desenhos.
  • Torneios de card-games e pokemom.
  • Cursos de armas medievais, origami de bonecas, origami bidimensional, ilustrações, perspectiva, quilling, roteiro, quadrinização e wicca.
  • Apresentações de animes e dubladores.

Para matar um pouco da curiosidade veja algumas fotos tiradas no evento:

Nosso querido Chaves!

Jigsaw...

Personagem desconhecida por mim, mas muito criativa!


Quanta criatividade hein?! Com certeza no próximo eu estarei lá só pra ver de perto esses personagens!!



Fotos de Leonardo Arruda.



Post: Karla Queiroz

Domingo, 22 de Junho de 2008

O som eletrônico invade as festas


O movimento clubber, surgiu na década de 70. Mas só na década de 80, na Inglaterra, que se firmou. Esse movimento defende uma filosofia de liberdade, diversão, paz e amor. Atrelado a ele, nasce a cultura rave.

O nome clubbers, vem de clubbing, que significa a freqüência assídua em casas noturnas. As primeiras festas aconteceram em Manchester (Inglaterra), decorrentes das festas em clubs de Ibiza, Espanha.

O som era chamado de “balearic”, ou seja, qualquer gênero dançante. Depois, essas festas se espalharam pela Alemanha, sobretudo em Berlim. Até que, em 1991 as raves chegam aos EUA.

No Brasil, a cultura da música eletrônica chega atrasada. Em 1994, a boate Velvet Underground em São Paulo inicia a cena no País.

Os djs Mau Mau, Renato Lopes e Julião, de São Paulo, acreditam no novo som experimental e influenciam novas gerações de djs. Em 1995, acontecem as primeiras festas ao ar livre (em praias ou sítios) dando início às características de uma cena rave brasileira.

O desenvolvimento dos clubbers, nesse panorama de músicas de estilo house, techno, trance e drum n’bass, que são quatro gêneros de música eletrônica, tem em comum gostar desses estilos musicais e o uso underground de tecnologias contemporâneas.

O movimento ultrapassa a cidade de São Paulo, e aparece nos grandes centros urbanos, com várias manifestações em volta da música eletrônica. Incluí raves, nas cidades de Cuiabá, Maceió, sul da Bahia, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Belém, levando milhares de pessoas para pistas e ambientes abertos e fechados, durante horas e horas, regadas de muita música eletrônica.

Sobre a música eletrônica, Pierre Lévy (1999: 139) afirma que a dinâmica da música popular mundial é uma ilustração do universal sem totalidade. “Universal pela difusão de uma música e de uma audição planetárias; sem totalidade, já que os estilos mundiais são múltiplos, em via de transformação e de renovação constantes”. Essa noção se aplica principalmente ao que Lévy chama de “o som da cibercultura”, pois esse “novo universal” aparece com toda sua precisão com a digitalização - característica presente na estética e nas formas de produção da música tecnológica.

Hoje existe um contexto de uma expressão mais ampla e menos romântica, idealizando a paz, o amor, a unidade e o respeito. Sendo assim, esses novos grupos, os clubbers, buscam seus espaços dentro e fora da sociedade, já que a característica dessa tribo é a busca do prazer coletivo através da música eletrônica.

Assista o vídeo de uma festa rave em Brasília, com o DJ Raja Ram.


Post: Marianna Moreira

Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

Você sabe o que é Cosplay?

Na década de 70, se tornou muito comum o uso de fantasias entre os fãs de Star Trek e Star Wars, e era chamado de "masquerade".

Depois disso, em 1984, o japonês Nov Takahashi, participou de uma convenção de ficcção científica nos Estados Unidos e se impressionou com a qualidade das fantasias que viu por lá. Se interessou tanto, que começou a escrever sobre o assunto em várias revistas de ficção científica do Japão e acabou dando o nome de cosplay.

Cosplay
é uma junção das palavras "costume" e "play" em inglês, que significam respectivamente, fantasia e interpretar. Ou seja, o cosplayer, se caracteriza como um personag
em de algum livro, mangá, jogo, filme ou desenho que gosta e o interpreta.

A finalidade é mesmo a diversão, exposição e contato social dos cosplayers, embora exista muitos eventos de competição. A tribo está ligada ao Otakus pois, na maioria das vezes, as fantasias são de personagens de mangás e animes.

Aqui em Brasília ainda não vi nada parecido, mas pode ser que eu esteja um pouco desatualizada e essa tribo já tenha invadido a cidade.

Pode paracer meio bizarro, mas um evento desses é, no mínimo, muito engraçado. Se alguém conhece ou já viu um cosplayer por aí me avisem!!


Atualização: Veja o vídeo de alguns cosplayers no Kodama 2008, realizado aqui em Brasília.



Post: Karla Queiroz

Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Hã? Otakus?

Segundo a Wikipédia, Otaku é um termo usado no Japão para designar um fanático por determinado assunto. Para os japoneses, a maioria dos otakus são pessoas com tendência a se isolar socialmente, que se atiram de forma obsessiva a um hobby qualquer, chegando em seu ápice a apresentar sintomas de fobia social e de comportamento rude.



Já no ocidente, esse termo é usado como uma gíria para rotular fãs de animes e mangás em geral. A mudança de sentido da palavra em relação ao idioma é clara e, muitos membros da comunidade acham o termo ofensivo por não concordarem com a distorção de sentido do mesmo e se recusam a serem chamados assim. Geralmente a palavra otaku é usada apenas dentro da comunidade de fãs de anime e mangá e, de falantes da língua japonesa.

Foto: Otakus numa praça em Madri, na Espanha.

Fonte: Wikipédia.

Em breve mais informações sobre os Otakus e um dicionário da tribo.


Post: Karla Queiroz

Góticos - os apaixonados pelo mundo das trevas

Para quem quiser conhecer os góticos de Brasília, dia 21 de junho, terá uma festa de aniversário de 8 anos da lista Gótico DF, que ocorrerá no Blackout Bar (904 Sul).


É uma ótima oportunidade para quem tem curiosidade de conhecer de perto outras tribos!!


Post: Karla Queiroz

Terça-feira, 17 de Junho de 2008

E por falar em tribos...

Não é de hoje que o assunto sobre as tribos jovens ou tribos urbanas dá o que falar.

O Jornal Hoje fez uma reportagem no Museu Multimídia do Woodstock, construído na mesma fazenda onde aconteceu o festival, que reuniu cerca de meio milhão de Hippies nos anos 60.

Nas atrações do festival estavam ninguém menos que: Jimi Hendrix, Janis Joplin, Joan Baez, Creedence Clearwater Revival, The Who, Crosby, Stills, Nash & Young, The Mamas & Papas, Simon & Garfunkel e outro artistas menos cotados.


Para ver a reportagem, clique aqui.

Será que um dia nossa geração verá algo parecido com o Woodstock?
Eu não sei, mas desejo PAZ E AMOR!!



Post: Karla Queiroz

O tal preconceito

Há um enorme preconceito contra os Emos. É comum eles serem insultados ou até agredidos por outros jovens. Motivo disto é a forte característica deles relacionada ao amor. Eles querem se fazer aceitos por esse sentimento. Por isto é corriqueiro trocarem elogios, abraços e beijos em público. Os beijos, (na boca) são trocados entre garotas, e também, entre garotos. O que é incomum e, algumas vezes choca quem presencia, dando margem ao preconceito.


No site de relacionamentos Orkut, são mais de mil comunidades que falam sobre os Emos. Muitas delas são contra a tribo e declaram o desprezo total a ela.

Umas dessas comunidades tem o nome de Eddie destrua os Emos e diz assim: “Essa comunidade é pra vcs q odeiam essas merdas dos emos e ñ agüentam mais eles no nosso mundo, por isso pedimos para mr. EDDIE matá-los. Vamos EDDIE mate esse Emos! Chega de lixo, Eddie destrua os emos”.

Outra intitulada como Morte aos Emos fala: “Aqui daremos um fim a estes miseráveis. Morte aos emos!!! Vão todos ao inferno!!!”.

Mas felizmente, não é só de injúrias que vive a tribo. Algumas comunidades apóiam o movimento, como: Naum tenho nada contra emos!!, Eu tenho amigos emos e daí!, Diga ñ ao preconceito contra os emos, e ainda, Amos os emos!


Post: Tâmara Ramos

Sem rótulos


Hoanna Daho, de apenas 22 anos, já é figura conhecida na noite dos roqueiros de Brasília. Vocalista da Banda Misty Mountain, ela diz não se encaixar em nenhum “movimento” ou “tribo”, mas por cantar e gostar de rock, é sempre rotulada como "roqueira", apesar de também freqüentar outros meios. No mundo do rock, o que leva a aproximar-se do outro é justamente a música, ou seja, a arte. As afinidades musicais são primordiais.

Perguntada sobre a ideologia do movimento, ela diz, “o rock possuiu ideais de libertação, rebeldia, emancipação e crítica social ao longo de várias décadas, mas hoje não há nenhuma mensagem específica a ser passada, que possa ser caracterizada como sua atual ideologia. O que se observa na mídia ratifica o que digo: bandas remanescentes de estilos passados que ainda insistem em mensagens que não condizem mais à nossa realidade atual, ou bandas "fabricadas para a MTV/público adolescente" com letras chorosas, sobre decepções amorosas. Nesse segundo caso não difere muito do brega”.

Para Hoanna, a cidade precisa de mais espaços bacanas para o público alternativo, então, o jeito é se divertir nos populares também. Há o Blackout Bar, Blues Pub, UK Brasil, snookers como o Área 51, bares temáticos como o Mittelalter e botecos diversos.

A respeito de sua carreira musical, ela diz que começou a cantar com 13 anos, em corais no colegial, aos 16 montou sua primeira banda (um tributo a uma banda finlandesa de heavy metal melódico). Cantou em bandas cujas influências foram da música clássica ao Hard Rock e, além disso, escuta de tudo, desde Zé Ramalho e Sidney Magal à Sepultura.

Hoanna Daho canta na banda Misty Mountain desde 2006, quando gravaram seu cd promocional. “Não acreditamos que seremos rock stars milionários, só queremos nos divertir fazendo o que gostamos” diz ela. Apesar disso, a banda já dá seus pequenos passos, participou do BMF Moto, realizado em 2007, com seu estilo que mistura rock n' roll dos anos 70 com blues, dá pra conferir aqui.


Como a maioria das pessoas que vivem neste meio, ela também acha que Brasília não é a cidade do rock. Como as bandas Legião Urbana, Capital Inicial e Raimundos são daqui, surgiu esse axioma. Para ela, “infelizmente Brasília é um solo infértil para a arte. O grande pólo musical do Brasil sem dúvida é São Paulo”.

Um fato que a incomoda um pouco é que nem todos curtem o rock pela música, há uma garotada desvirtuada que enche a cara e faz bobagem, há os agressivos que gostam de arrumar confusão e aqueles que não apóiam o cenário musical, indo para os shows e ficando do lado de fora, não contribuindo assim para a realização de novos eventos.

Como pode-se perceber, no meio do rock, não há espaço para rótulos, a liberdade é a principal característica e o gosto musical está longe de ser padronizado.

A Banda Misty Mountain tocará no 5º Moto Capital, evento que acontecerá de 24 a 27 de julho na Orla do Lago, reunindo motoclubes de todo o Brasil.

Banda Misty Mountain no Brasília Music Festival Moto 2007.



Post: Karla Queiroz

Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

Lê Parkour - Da França para Brasília

Eles pulam, escalam, desviam, rolam, tudo isso em meio a prédios e obstáculos que encontram. Se vir um saiba que se trata de um traceur, praticante da nova onda radical, o le parkour.

A arte do deslocamento é a tradução em português do termo, essa atividade consiste basicamente em se deslocar de um ponto a outro, e fazê-lo de maneira mais prática e rápida possível. É comparado ao patins e skate, mas o bom condicionamento físico e o instrumento impulsionador dos movimentos.


Influenciado por seu pai que usava mov
imentos naturais na época de soldado, David Belle reuni todos esses aprendizados e mais a ginástica e as artes marciais, e torna o le parkour uma prática intercontinental.

Aqui no Brasil, São Paulo e Brasília foram precursores do movimento. Conversamos com um grupo iniciado na cidade de Vicente Pires – DF, quem nos recebeu foi um dos participantes que tragicamente estava com a perna quebrada por um jogo de basquete.


“No começo, a gente praticava o park
our nas construções da Vicente” conta Alexandre Rodrigues Pires, 16 anos.

A fonte de inspiração é internet: inúmeros blogs, sites e comunidades foram criadas na rede e é por meio deles que há troca informações e aprendem novos movimentos. Segundo Alexandre, o Parkour lhe deu bom condicionamento físico, mais segurança e ele perdeu o medo de altura.

Em Brasília, há um grupo em Taguatinga e outro na Asa Sul, o grupo do nosso entrevistado perdeu forças, pois era praticado nas antigas construções da Vicente Pires, mas Alexandre promete voltar, ainda com mais impulso.


Curiosidade:

Uma das funções do Parkur é fugir em situações perigosas. O filme "13º Distrito" conta história de dois jovens que se aventuram pelo subúrbio da França, e usam dos métodos dessa nova arte para escaparem do governo repressor. È uma boa dica para quem quer se inspirar e dar os primeiros passos.


Veja um vídeo da tribo Le Parkour de Brasília na nossa seção de vídeos.


Post: Daniel Madureira

Que tribo é essa?

O termo Emo é a abreviação do termo inglês emotional que vem de emotional hardcore, vertente do punk que mescla som pesado com letras românticas.

O gênero emocore nasceu em Washington, na década de 80, para designar bandas que tocavam letras introspectivas, com batida pesada. Hoje, as principais bandas internacionais que tocam o gênero são Good Charlotte, The Used e My Chemical Romance.

Os adeptos dessa tribo gostam de se vestir todo de preto, usar muitos acessórios, entre os preferidos estão os colares de dadinhos ou bolinhas e as munhequeiras, usar cinto de rebite, muita sombra e lápis na região dos olhos e franja caída no rosto. As meninas usam meia arrastão, calças apertadas, blusas Baby Look e tênis All Star quadriculado.

Outra característica do Emos é falar palavras no diminutivo, como fofo = fofinho, amor = amorzinho, escrever palavras de uma forma não convencional, como amiga = miguxa, beijo = bejux, orkut = kuku e também deixar declarações para os amigos como “Eu emo vc” (para dizer Eu amo você).

Uma importante peculiaridade dos jovens desta tribo é a relação deles com o amor. Para os Emos, as pessoas precisam cada vez mais dizer e ouvir um 'eu te amo'. Estes jovens que têm entre 11 e 18 anos não escondem seus sentimentos, expressam abertamente suas emoções e praticam a tolerância sexual. Exemplo disto é o fato de algumas amigas Emos, mesmo que não tenham um relacionamento, beijarem - se na boca e chamarem-se de 'maridas'. A característica de livre expressão dos sentimentos dos Emos se assemelha a dos jovens hippies dos anos 60, que a praticavam intensamente.


Veja a reportagem do Fantástico sobre essa tribo.


O brasiliense Guilherme Zaiden ficou famoso na internet depois de colocar um vídeo seu satirizando os Emos.



Post: Tâmara Ramos

O Rock & Roll não morreu!!


Alguns ainda dizem que Brasília, é a cidade do Rock & Roll, Junior Padilha, líder e vocalista da banda PAHLIDA, diz que não é mais.

O que não se pode negar, de fato, é que Brasília é um grande palco para bandas de todos os estilos. Não há um único estilo musical e muito menos, uma ou duas tribos urbanas. Quem anda pelas ruas da cidade, vê tranquilamente, pessoas de diferentes tribos num mesmo ambiente.

O Heavy Metal é um sub-gênero do rock e, tem como irmão, o Hard Rock. Um elemento que deixa claro o Metal como a evolução do Rock & Roll, é a predominância de escalas pentatônicas, imortalizada por bandas como Deep Purple, Iron Maiden, DC, Black Sabbath, Judas Priest e bandas da New Wave of British Heavy Metal.

Esse estilo musical também possui uma de suas maiores riquezas nas letras. Temas como, protestos contra elementos repressores da sociedade, protestos contra religiões opressoras, os medos e o lado obscuro do ser-humano, a musicalização de contos, poemas, a história de civilizações, momentos ou heróis da humanidade, trabalhos conceituais, humor, fuga da realidade e psicodelia, referências mitológicas, ateísmo e satanismo, são facilmente encontrados nas letras das músicas. Mas também há muitas letras que louvam o próprio Heavy Metal e o Rock & Roll, como forma de transmissão da paixão e da fidelidade ao estilo.

A banda brasiliense PAHLIDA, tem suas influências no Heavy Metal e, o vocalista fala um pouco sobre a movimentação metaleira em Brasília.



Junior, qual a sua idade? 44 anos.

De qual movimento ou tribo urbana você participa? Heavy Metal, mas não chega a ser um “movimento” de fato.

Qual ideologia do movimento? Apenas musical.

Quais afinidades encontradas com outras pessoas do Heavy Metal? Em geral o gosto pelos cabelos compridos e as bandas pesadas.

Quais lugares vocês frequentam em Brasília? Temos carência de um lugar “nosso”. Eu, pessoalmente, frequento o Blues Pub e o Blackout Bar, onde já fiz e farei shows.

Como começou sua carreira musical? E quais são as influências? Começou com a primeira banda que tive, que se chamava VAMP. Minhas mais fortes influências são as bandas pesadas, principalmente as de Hard Rock e Heavy Metal das décadas de 70 e 80 (como KISS, Iron Maiden, Black Sabbath, Whitesnake e outras tantas que adoro!). Mas também algumas mais novas (como H.I.M, Even Vast, Within Temptation e outras).

Há quanto tempo você canta na banda PAHLIDA? Sou o líder e fundador (além de principal compositor) da banda, portanto, desde seu começo, há coisa de 3 ou 4 anos atrás.

Concorda com a idéia de que Brasília é a cidade do rock? Acho que até já foi algo parecido com isso, mas não mais.

Como anda o nível de qualidade das novas bandas de rock brasilienses? Em geral, o pessoal vem seguindo a moda nacional atual do Hardcore cantado em português, mas ainda há alguns resistentes do Rock & Roll mais autêntico e autoral, como minha própria banda, o PAHLIDA, e bandas como o DareDazzler e o Live Wire.

Algo te incomoda nesse meio de pessoas que você se relaciona? As do meio Rock & Roll, em sua grande maioria, são ótimas pessoas.

Aonde e quando serão os próximos shows da banda? Estamos participando das seletivas de alguns festivais, como o Torneira Mecânica. Há shows ainda a confirmar ao lado de bandas como o DareDazzler e outras com as quais mantemos contato. As datas e locais serão divulgados através de nossa comunidade no Orkut, de nossa página no MySpace e de nosso canal no YouTube.

Quem são os outros integrantes da banda? Junior Padilha (vocais), Gabriel Palma (guitarra), Wolney Andrade (baixo) e Cassio Parra (bateria.)


Veja uma apresentação da banda PAHLIDA no Blackout Bar.


Post: Karla Queiroz

O reggae clamando igualdade

O reggae nasceu na Jamaica, uma ilha do Caribe que fica no centro da América Central, inicialmente se chamava Xaymaca, nome indígena que significa “Terra das Primaveras”.

A mão-de-obra era escassa, tendo em vista a intensa política de exploração e extermínio do sistema colonial.


No período da colonização, uma grande quantidade de negros da África Ocidental migrou para Jamaica, forçadamente para realizar atividades escravas. Esses escravos eram humilhados e trabalhavam em condições desfavoráveis. Contudo era na arte que eles vislumbravam a possibilidade de serem libertos, e a esperança do reconhecimento de seus trabalhos.

A partir dessa concepção ideológica, surgem as músicas e danças que são as primeiras aparições da cultura jamaicana, e é claro o reggae aparece nesse cenário.

Uma das características do reggae e a busca de transformações sociais, expressa através de suas letras.

A estudante, Aline Ramos, do curso de serviço social, e uma adepta do reggae, ou seja, além de escutar e gostar das músicas, se veste de forma característica, e diz que: “ser regueira não é apenas vestir blusas com fotos do Bob Marley e outro ícones do reggae, usar toucas coloridas e outros atributos inerentes ao reggae. Ser regueiro é também participar de movimentos sociais idealizando assim, uma sociedade mais justa”. E foi por isso que escolheu fazer o curso de serviço social.

Para aquelas pessoas que acham que o reggae é só uma brincadeira de grupos, é muito mais que isso. Existe nas letras das músicas um sentimento de denúncia e inclusão social. Pense nisso!


Para participar da comunidade no orkut: Regueiros do Cerrado.

Post: Marianna Moreira

Domingo, 15 de Junho de 2008

Um pouco sobre as Tribos Urbanas


Chama-se de tribo urbana os diferentes grupos de pessoas que têm hábitos, estilos musicais, estilos de roupas, valores culturais, interesses em comum e ideologias semelhantes, dentro das grandes metrópoles.

Existem tribos que são alternativas à ordem social, outras são baseadas na organização familiar, outras que têm como base a ideologia política, podendo ser contra ou a favor. Mas, em sua maioria, são apenas nomes dados a determinados grupos de pessoas.

Dentro desses tipos de organização, existem muitas tribos que partilham as mesmas idéias, crenças ou doutrinas, mas se apresentam de formas diferentes. Como é o caso do movimento hippie e o movimento punk, ambos são movimentos anarquistas e têm atitudes completamente diferentes.

Hoje, existe um extenso número de tribos urbanas. Essas são as principais:

  • Emos
  • Baladeiros
  • Headbangers ou Metaleiros
  • Hippies
  • Le Parkours
  • Nerds
  • Greeks
  • Trekkers
  • Otakus
  • Pinchadores
  • Patricinhas
  • Punks
  • Grafiteiros
  • Skinheads
  • Roqueiros
  • Rappers
  • Góticos
  • Micareteiros
  • Menestréis
  • Darks

Post: Karla Queiroz